Quantas vezes por dia não vemos aqueles cartazes coloridos misturados à sujeira e ao barulho da cidade? Shows de funk, de pagode, de mulheres dançarinas… vemos de todos os tipos, e são tantos que quase já não são mais vistos. Alguns dizem que enfeiam a cidade, já suja e saturada e poluição. Outros tratam o lambe-lambe como expressão de arte, e até colecionam exemplares. Assim como essa gráfica você pode obter reconhecimento internacional, utilizando formas criativas para divulgar os seus trabalhos. Saiba como criar um site passo a passo e divulgue o seu negócio para o mundo.
Você já parou para imaginar de onde vêm esses lambe-lambes? Quem faz isso? São peças que parecem ter parado no tempo, que ainda utilizam a mesma tipografia de tantos anos atrás. Apesar dos assuntos que retratam terem se adaptado ao nosso tempo, o papel colorido e fino, a tinta bicolor e as grandes letras esticadas parecem pertencer a todas as épocas.
O vídeo abaixo mostra isso e muito mais sobre esses cartazes. A Gráfica Fidalga fica em São Paulo, e produz pôsteres em uma impressora alemã de 1929, que utiliza letras de madeira entalhadas. Chamado de “lambe lambe,” o fino papel usado nos pôsteres é colado com cola de arroz. Graças à Galeria Choque Cultural, que regularmente produz pôsteres para suas exposições com a Gráfica Fidalga, eles conseguem sobreviver, mas ainda precisam de ajuda. Caso esteja interessado, contate o diretor da galeria Eduardo Saretta.











